Durante a Sessão de Ontem dia 30, centenas de pessoas compareceram à Câmara Municipal de Palmas-TO, e conseguiram juntamente com os vereadores da oposição colocar areia nos projetos enviado aquela casa pelo executivo municipal.

Sem acordo, os vereadores de oposição não colocaram os projetos de lei, de autoria do prefeito Carlos Amastha (PSB), para votar na Comissão de Finanças e logo não foi para votação no plenário.

Entre os projetos mais polêmicos estavam os que propunham alterações na legislação que causariam aumento de até 36,36% no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), 42% na taxa de iluminação pública e 208% na taxa de coleta de lixo.

E com isso os aumentos só devem voltar a ser discutidos em 2017, e se forem aprovados só vão valer para 2018.

Porém, o que chamou mesmo a atenção foi o discurso do  vereador Rogério Freitas, no qual acusou Amastha de ser desiquilibrado, ao defender a posição da OAB Seccional Tocantins na pessoa do seu presidente Walter Ohofugi.

O parlamentar estava se referindo ao episódio em o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB) e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Tocantins, Walter Ohofugi trocaram acusações via rede social twitter na última sexta-feira, 30, após a Ordem divulgar Nota Pública na qual afirma que “os PL 57/2016 (Projeto de Lei n.º 57/2016) da Prefeitura de Palmas vai aumentar o IPTU.

Segundo o vereador essa não é a primeira vez que o prefeito de Palmas usa as redes sociais para agredir seus oponentes. Vários políticos e autoridades já foram vítimas da artilharia do gestor que não costuma medir palavras para defender seus interesses.

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